A Arte da Fuga

A fuga, uma forma ou maneira de escrever música que existe desde a Renascença, teve seu auge no período barroco graças ao mestre das fugas Johann Sebastian Bach (1685-1750). O ilustre compositor alemão nos deixou um manuscrito à 4 vozes sem indicação de instrumentação intitulado “Die Kunst der Fuge” – A Arte da Fuga.

Essa obra prima, que Bach compôs no fim de sua vida, nos deixa perplexos pela sua perfeição e pelos enigmas musicais de seu legado. Um ‘prato cheio’ para o Quinta Essentia quarteto, o qual tem como fundamento a divulgação das possibilidades de um instrumento musical cujo auge se deu no período de excelência das fugas, o barroco.

Esse exemplo de Bach, nos apresenta sua versatilidade e criatividade dessa maneira de compor 90 minutos de música em ré menor. Variações matemáticas de contrapontos, fugas simples, fugas espelhadas, fugas duplas e triplas que se não nos importarmos com os meandros dessa arte, ao nos deliciarmos com a música, basta apenas ouvir as infinitas possibilidades de brincar com a matéria da arte musical: o som.

Seria A Arte da Fuga uma obra inacabada, ou Bach teria escrito parte da obra e convidado outros compositores a terminá-la? O que é certo, é que ele assina musicalmente a obra em seu último tema B-A-C-H, fazendo uso das notas musicais sib-lá-dó-si. 270 anos mais tarde, o Quinta Essentia nos apresenta esta grande obra em instrumentos musicais históricos.

A Arte da Fuga demonstra o completo domínio de Bach da mais complexa forma de expressão musical dentro da música erudita, conhecida como contraponto, e o completo domínio do Quinta Essentia quarteto da arte de fazer música com flautas doces.

 

Resumo

A obra prima do ilustre compositor Johann Sebastian Bach, composta no fim de sua vida, nos deixa perplexos pela sua perfeição e pelos enigmas musicais de seu legado. Seria esta obra inacabada, ou Bach teria escrito parte da obra e convidado outros compositores a terminá-la? O que é certo é que ele assina musicalmente a obra em seu último tema, e 270 anos mais tarde, o Quinta Essentia nos apresenta esta grande obra em instrumentos históricos.

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